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Reumatologia em Cuiabá · Artrose

Artrose: tratamento em Cuiabá para aliviar a dor e manter o movimento

A artrose é a doença articular mais comum e pode causar dor, rigidez e perda de movimento. Com diagnóstico correto e um plano de tratamento individualizado, é possível controlar os sintomas e continuar fazendo o que você gosta.

Entender a artrose
  • Reumatologista pela USP
  • 5.0 no Google
  • Presencial e online
Mulher de cerca de 60 anos caminhando sorridente em um parque, representando uma vida ativa com a artrose sob controle
Infiltração e viscosuplementação Procedimentos no consultório, quando indicados
Plano individualizado Feito para a sua rotina e seus objetivos
A doença articular mais comum

Atinge principalmente joelhos, quadris, mãos e coluna.

Não é só desgaste

Envolve a articulação inteira: cartilagem, osso, membrana e músculos.

Diagnóstico clínico

Feito em consulta, com exame físico e, se necessário, raio-x.

Tem tratamento

Não tem cura, mas tem controle: menos dor e mais movimento.

Entenda a doença

O que é artrose?

A artrose, também chamada de osteoartrite ou osteoartrose, é uma doença crônica que afeta as articulações — os pontos de encontro entre dois ossos. Nela, a cartilagem que reveste as pontas dos ossos e funciona como um amortecedor vai perdendo espessura e qualidade.

Por muito tempo a artrose foi vista apenas como um “desgaste natural”. Hoje se sabe que ela envolve a articulação inteira: o osso logo abaixo da cartilagem se modifica, podem surgir pequenas saliências ósseas (os osteófitos, popularmente chamados de “bicos de papagaio”), a membrana que reveste a articulação pode inflamar e os músculos ao redor tendem a enfraquecer.

Ilustração comparando um joelho saudável, com cartilagem lisa e espessa, e um joelho com artrose, com cartilagem fina, osteófitos e espaço articular reduzido

Articulação saudável

  • Cartilagem lisa e espessa
  • Espaço entre os ossos preservado
  • Movimento suave e sem dor

Articulação com artrose

  • Cartilagem fina e irregular
  • Osteófitos nas bordas do osso
  • Inflamação, dor e rigidez
Comparação entre um joelho saudável (à esquerda) e um joelho com artrose (à direita).
A boa notícia

Na maioria das pessoas, a artrose evolui de forma lenta — e o tratamento certo ajuda a controlar a dor e a preservar o movimento por muitos anos.

Artrose e artrite são a mesma coisa?

Não. Os nomes parecidos confundem, mas são doenças diferentes, com tratamentos diferentes — e é por isso que a avaliação com a reumatologista faz tanta diferença.

Diferenças entre artrose e artrite
Característica Artrose Artrite
Natureza Degenerativa, com inflamação de baixo grau Inflamatória, muitas vezes autoimune
Rigidez ao acordar Curta: menos de 30 minutos Prolongada: geralmente mais de 30 a 60 minutos
Comportamento da dor Piora com o uso e melhora com o repouso Pode piorar em repouso e melhorar com o movimento
Inchaço Discreto e eventual Frequente, com calor local
Idade mais comum A partir dos 45–50 anos Pode surgir em qualquer idade
Exemplos Artrose de joelho, de quadril e das mãos Artrite reumatoide, artrite psoriásica, gota
Articulações mais afetadas

Onde a artrose costuma aparecer

Ela pode atingir qualquer articulação, mas é mais comum nas que suportam peso ou são muito usadas no dia a dia. Escolha uma região para entender os sinais.

Artrose no joelho

É a forma mais frequente. A dor aparece ao caminhar, subir ou descer escadas e levantar da cadeira. Pode haver estalos, inchaço e a sensação de que o joelho “trava” ou falseia.

Fortalecer o quadríceps, o músculo da frente da coxa, é uma das medidas que mais aliviam a dor no joelho.

Sinais mais comuns
  • Dor ao subir escadas
  • Dificuldade para agachar
  • Estalos ao dobrar
  • Inchaço após esforço
Como reconhecer

Sintomas da artrose

Os sintomas costumam começar devagar e oscilar, com períodos de piora e de melhora. Os mais comuns são:

Dor que piora com o uso

Aparece ou aumenta com o movimento e o esforço e alivia com o repouso. Com a evolução, pode surgir também em repouso ou à noite.

Rigidez ao acordar

As articulações ficam “duras” pela manhã ou depois de ficar parado, mas melhoram em poucos minutos — geralmente em menos de 30.

Estalos e crepitação

Sensação de “areia” ou rangido ao movimentar a articulação, principalmente no joelho.

Inchaço

A articulação pode inchar depois de esforço, por acúmulo de líquido ou pelo crescimento de osteófitos.

Perda de movimento

Fica mais difícil dobrar ou esticar completamente a articulação, agachar ou fechar a mão.

Deformidades

Com o tempo, podem surgir nódulos nos dedos ou alterações no alinhamento dos joelhos, que ficam “para dentro” ou “para fora”.

Mãos de uma pessoa madura segurando uma xícara de chá, com leve aumento das articulações dos dedos

“Dor nas articulações não é ‘normal da idade’. Ela merece ser investigada.”

Dra. Bruna Malheiros · Reumatologista
Por que acontece

Causas e fatores de risco

A artrose não tem uma causa única. Ela resulta da soma de fatores que sobrecarregam a articulação ou alteram a cartilagem ao longo do tempo.

Não muda

Idade

O risco aumenta a partir dos 45–50 anos.

Dá para mudar

Excesso de peso

Sobrecarrega joelhos e quadris e favorece a inflamação.

Não muda

Genética

Histórico familiar, principalmente na artrose das mãos.

Não muda

Lesões antigas

Fraturas, lesões de menisco ou de ligamento e cirurgias prévias.

Dá para mudar

Sobrecarga repetitiva

Atividades profissionais ou esportivas de alto impacto.

Ajustável

Alinhamento articular

Joelhos “para dentro” ou “para fora” e diferença no tamanho das pernas.

Não muda

Sexo feminino

Mais frequente em mulheres, sobretudo após a menopausa.

Dá para mudar

Fraqueza muscular

Músculos fracos protegem menos a articulação.

O que está ao seu alcance

Idade e genética não podem ser mudadas. Mas peso, força muscular e sobrecarga podem — e fazem diferença real nos sintomas.

Avaliação

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da artrose é principalmente clínico: nasce de uma boa conversa e de um exame físico cuidadoso. Os exames entram para confirmar e, principalmente, para descartar outras causas de dor.

  1. História clínica

    Onde dói, há quanto tempo, o que piora e o que melhora, quanto dura a rigidez, lesões antigas e doenças na família.

  2. Exame físico

    Avaliação de cada articulação: dor ao toque, inchaço, estalos, amplitude de movimento, alinhamento e força muscular.

  3. Exames de imagem

    O raio-x é o exame mais usado. Ultrassom ou ressonância magnética podem ser pedidos em situações específicas.

  4. Exames de sangue, quando indicados

    Não existe exame de sangue para artrose, mas eles ajudam a descartar artrite reumatoide, gota e outras doenças inflamatórias.

Médica reumatologista examinando o joelho de uma paciente durante a consulta
Raio-x e dor nem sempre andam juntos

Há pessoas com muitas alterações no exame e pouca dor — e o contrário também acontece. Por isso o tratamento é guiado pelos sintomas e pela função, não só pela imagem.

Como tratar

Tratamento da artrose

Não existe um remédio único para artrose. O tratamento combina medidas em camadas, ajustadas para cada pessoa — e começa sempre pela base.

Mulher madura fazendo exercício de fortalecimento com faixa elástica, orientada por uma fisioterapeuta
  • Aliviar a dorControlar as crises e reduzir a dor do dia a dia.
  • Manter o movimentoPreservar a força, a mobilidade e a independência.
  • Proteger a articulaçãoReduzir a sobrecarga e desacelerar a evolução.
  1. Movimento e informação

    Base de tudo

    Exercícios de fortalecimento muscular e atividades aeróbicas de baixo impacto são o tratamento com mais evidência científica para artrose. Entender a doença ajuda a dosar esforço e descanso no dia a dia.

    CaminhadaBicicletaHidroginásticaPilatesMusculação orientada
  2. Controle de peso

    Alto impacto na dor

    Estudos mostram que cada quilo perdido reduz cerca de quatro quilos de carga sobre o joelho a cada passo. Mesmo uma perda de peso modesta já costuma aliviar a dor em joelhos e quadris.

  3. Fisioterapia e medidas de apoio

    Fisioterapia, calor local, palmilhas, órteses, calçados adequados e, quando necessário, bengala para aliviar a carga sobre a articulação.

  4. Medicamentos

    Com prescrição

    Analgésicos, anti-inflamatórios em gel ou por períodos curtos e outras medicações escolhidas conforme o seu perfil de saúde. Evite a automedicação: o uso prolongado de anti-inflamatórios pode afetar estômago, rins e coração.

  5. Procedimentos no consultório

    Casos selecionados

    Quando a dor persiste apesar das medidas anteriores, a infiltração articular e a viscosuplementação podem ser indicadas para aliviar os sintomas e facilitar a reabilitação.

  6. Cirurgia, em casos avançados

    Se a dor continuar intensa e houver perda importante de função mesmo com o tratamento completo, a avaliação com o ortopedista para cirurgia, como a prótese, pode ser discutida.

Tire suas dúvidas

Mitos e verdades sobre artrose

Toque em cada cartão para descobrir a resposta.

Sinais de alerta

Quando procurar uma reumatologista

Procure avaliação se você perceber um ou mais destes sinais:

  • Dor articular que dura mais de algumas semanas
  • Dor que atrapalha caminhar, subir escadas, trabalhar ou dormir
  • Inchaço, calor ou vermelhidão em uma articulação
  • Rigidez ao acordar que dura mais de 30 minutos
  • Dor em várias articulações ao mesmo tempo
  • Nódulos ou deformidades surgindo nos dedos
  • Já tratou a dor e não teve melhora

Quanto antes, melhor.

Começar o tratamento cedo ajuda a controlar a dor e a proteger a articulação. Agende sua avaliação com a Dra. Bruna Malheiros.

Presencial em Cuiabá ou por teleconsulta.
Passo a passo

Como é o acompanhamento com a Dra. Bruna

  1. Agende pelo WhatsAppEscolha consulta presencial em Cuiabá ou teleconsulta.
  2. Avaliação completaHistória clínica, exame físico e análise dos seus exames.
  3. Plano individualTratamento combinado e explicado com clareza, de acordo com seus objetivos.
  4. AcompanhamentoRetornos para ajustar o tratamento e acompanhar sua evolução.
Dra. Bruna Malheiros, reumatologista em Cuiabá
Conteúdo revisado por Dra. Bruna Malheiros Reumatologista · CRM-MT 11473 · RQE 8226

Residência em Reumatologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e título de especialista pela Sociedade Brasileira de Reumatologia. Atende em Cuiabá – MT e por teleconsulta.

Atualizado em Conheça a Dra. Bruna →
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre artrose

A artrose não tem cura, mas tem tratamento eficaz. Com exercícios, controle de peso, medicamentos e procedimentos quando indicados, é possível controlar a dor e manter a articulação funcionando por muitos anos.

A reumatologista é a especialista no diagnóstico e no tratamento clínico da artrose e de outras doenças das articulações. Quando há indicação de cirurgia, o acompanhamento é feito em conjunto com o ortopedista, e a fisioterapia é parte importante do tratamento.

A artrose é uma doença degenerativa, com dor que piora ao usar a articulação e rigidez matinal curta. A artrite é uma inflamação — muitas vezes autoimune, como a artrite reumatoide —, com inchaço, calor e rigidez matinal prolongada. São doenças diferentes, com tratamentos diferentes.

Pode e deve. Exercícios de fortalecimento e atividades de baixo impacto, como caminhada, bicicleta, hidroginástica e pilates, estão entre os tratamentos mais eficazes. O ideal é que a intensidade seja orientada por profissionais.

Em casos selecionados, a infiltração ajuda a controlar crises de dor e inflamação e facilita a reabilitação. A indicação, o tipo de medicação e o intervalo entre as aplicações são definidos na consulta, de acordo com cada caso.

Varia de pessoa para pessoa. Quando há resposta, o alívio costuma durar alguns meses. A indicação depende do grau da artrose e é avaliada individualmente.

Sim. A teleconsulta é indicada para avaliação inicial, revisão de exames, ajuste do tratamento e acompanhamento. Quando é necessário exame físico detalhado ou um procedimento, como infiltração, a consulta é presencial em Cuiabá.

Sim, para consultas presenciais e planos selecionados. Confirme a cobertura do seu plano diretamente pelo WhatsApp (65) 99209-4303.

Conteúdo informativo, não substitui avaliação médica individual. Não interrompa nem altere tratamentos sem orientação da sua médica.

Vamos entender a causa da sua dor?

Agende sua consulta e comece um cuidado reumatológico individualizado, com acompanhamento próximo do início ao fim.

Resposta rápida, atendimento humano.